domingo, 1 de junho de 2014

Alice no país das "imaravilhas" = Cap. 2 = O Rei de Damas

...Continuamos o caminho ao Sul, até castelo de damas.

 REI DAMAS ON:

 Rei de D. : A anos estou esperando os guerreiros sela e até hoje ninguém veio, o que ela quer de mim? Ora Mike, você que é príncipe, além de meu braço direito, pelo mais arriscado e duvidoso que pareça, o que eu faço?
 Mike: Meu pai e Rei, talvez eles venham somente quando eu governar.
 Rei de D. : Basta! Você só pensa neste governo, a profecia explica muito bem, que é durante o meu governo, o governo do pai os guerreiros escolhidos virão, salvaram o reino, e deixaram livre para o governo do filho.
 Mike: É com certeza uma criança vai dizer o que eu tenho que fazer! E não tem como eu realizar coisas que uma imaginação fértil criou!
 Rei de D. : Chega, se você não entende, não tem como comentar. Você é competitivo e só quer o melhor pra si mesmo! É idiotice comentar algo assim com você que é o verdadeiro imaturo aqui! Saia já daqui!
 Mike: Sairei mais as suas palavras não vão sair de minha mente! Imaturo é isso que você acha de mim né? Vai ter volta se prepare para o pior! - (Mike tinha cabelos negros tinha várias tatuagens e o que mais queria era governar, era mimado demais e só sacrificava cada vez mais a saúde de seu pai que já estava fraca devido a lutas, e era já idoso)
 Assim que meu filho saiu da sala do trono fiquei pensando na profecia que recebi:

"Dois guerreiros a dama virão, Alice e seu par,
a história de um país maravilhoso será contada pelo Rei,
em busca de suas antigas vidas o reino pacificarão,
toda ganância terminará e o filho rejeitado reinará" 
                                                         
  Clara

 Enquanto estava sentado em meu trono pensando nisso, um de meus guardas aparece na porta e diz:
 Guarda: Existem dois guerreiros do lado de fora que desejam falar com vossa alteza,Alice e um par... Pode manda-los entrar?- Fiquei ansioso, estranhei este sentimento, mas era o que eu mais queria sentir. Fiz o sinal para manda-los entrar.

ALICE ON:

 Entramos e automaticamente nos ajoelhamos diante da alteza, e ele fez um certo sinal para levantarmos...

#AliceM.







   


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Warrior Capítulo #6

  Chegando na Flórida, fui na polícia local e me identifiquei, procurei pela residência da minha avó, e fui de táxi pra lá, consegui ver minha avó, e toquei a campainha. Perguntei por minha mãe ela disse que não a tinha visto desde que visitamos ela quando tinha 13 anos, e fiquei surpresa! E pensei que estava na hora de saber o que estava acontecendo.
  Voltei para Indiana pegar minhas coisas no hotel e pagar a estadia. Subi para o meu quarto e arrumei minhas malas. Desci e paguei o que tinha que pagar e perguntei como estava o Dunstan, seu pai me disse que ele tinha morrido! Comecei a chorar, o pai do Dunstan me deu umas chaves, e disse que eram do carro do Dunstan, e que ele tinha deixado pra mim. Me deu também um papel, que estava escrito o seguinte:
   "Lalla, 
    Tenho muitas coisas para lhe contar e revelar, mas tenha paciência, você correrá atrás de todas as respostas que você procura. Você não tem a mínima ideia de nada, ou do que está acontecendo. Me orgulho de você, pois sei que irá conseguir descobrir o que quer, o que está acontecendo com você no momento.
                                                                                   Um beijo, Dunstan."
    Fiquei realmente surpresa pelo que ele me disse, dei adeus e meus pêsames ao pai do Dunstan. Entrei no carro e fui para Washington. Chegando lá, estacionei o carro e fui ver o "porta treco" do carro. Lá, tinha um pequeno papel que dizia para eu ir em uma praia, ou um lago e jogar o carro na água. 
    Com o carro submerso, uma tinta começou a brilhar, dizendo um endereço. Peguei o ônibus e fui, o enderço dava na minha casa antiga. Reparei que do lado das chaves do carro havia uma chave idêntica a chave que eu tinha para abrir a porta de casa. 
    Abri a porta pesada e branca, a casa toda escura, com uma marca de algum líquido, ou coisa do tipo. Os rastros davam no porão, e eu, assustada, desci mesmo assim. Vi um vulto passando pela minha frente, parado, era fedido e feio, com o cabelo horrendo, mal tratado e com uma roupa branca. Quando uma pequena luz surgiu no rosto daquela criatura, e eu disse: 
    -Mãe!?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Warrior Capítulo #5

  Decidi voltar de para Washington, só por um dia, para visitar secretamente a minha mãe. Quando cheguei em Washington, a porta da minha casa estava trancada, dizendo que estava interditada. Fui até o bar onde meu pai ficava, e descobri que ele tinha sido preso!
  Fui até a delegacia onde ele estava, e perguntei onde estava minha mãe. E ele disse que eu estava linda, uma moça (mas só tinha algumas semanas que tinha saído de casa) e pedi para parar, não suportava muita agarração! 
  Ele me disse que ela estava morando com a minha vó, na Flórida! E disse que a casa foi interditada pois ele foi preso e não sei mais o que e a casa foi interditada. Fiquei muito estressada quando soube que minha mãe estava na Flórida, e resolvi viajar, queria falar com mamãe, queria voltar a falar com ela e tals, mas ok, fui no aeroporto para comprar a minha passagem.
  Chegando na Flórida, fui na polícia local e me identifiquei, procurei pela residência da minha avó, e fui de táxi pra lá, consegui ver minha avó, e toquei a campainha. Perguntei por minha mãe ela disse que não a tinha visto desde que visitamos ela quando tinha 13 anos, e fiquei surpresa! E pensei que estava na hora de saber o que estava acontecendo.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Alice no reino das " imaravilhas"= Cap.1= O Buraco

Alice on:
 Meu nome é Alice, hoje vou a uma festa de uma amiga da faculdade, o nome dela é Demétria, mais conhecida como Demi, ela é bem popular então vai ser bem legal!
 O menino que eu gosto vai, ele é moreno e tem olhos claros, é  lindo e tão inteligênte, o nome dele é Louis Tomlinson.
 Me arrumei toda, levo fama de marrentinha por quase sempre usar preto.
 Afins, cheguei na festa que seria num sítio. Ao chegar algumas amigas minhas me levaram para um vale, era cheio de árvores. Pra minha surpresa Louis estava lá.
 Havia uma árvore, que aparentava estar gasta pelo tempo, podre e tinha um buraco na frente dela, bem estranho..
 Tinha uma menina que estava chegando lá bebada . Ela esbarrou em mim e eu cai dentro do buraco. Louis tentando me ajudar caiu junto comigo.
 Enquanto caiamos nossas roupas iam mudando transformando e se em roupas de guerra pretas, não demorou muito e caímos numa sala e tinha um armario, quando abri, tinha arcos e flechas, espadas, escudos e adagas. Encarei aquilo durante alguns minutos, e Louis disse:
LT: Vai, escolhe um! - olhei pra cara dele e respondi:
AL: Arco e flecha.
LT: Então eu vou ficar com as adagas, duas espadas e um escudo. Certo entao.
Ao retirarmos as armas do armario, um blados abriu de baixo de nossos pés, e caímos numa ilha que, ao invés de ser cercada de agua por todos os lados, era cercada de sangue por todos os lados. Tinha varias placas indicando vários lugares. Uma indicava o sul (reino das damas), norte (xadrez), oeste (copas), e leste, uma floresta proibida. Junto as placas haviam divertidoe Louis disse:
LT: E ai, qual jogo e mais divertido?? - olhei bem pra cara dele do tipo isso nao e brincadeira e ele disse- corrigindo a minha pergunta, para onde vamos??
AL: Sinceramente, acho que o de damas parece mais seguro.
LT: Então vamos para o sul.
AL: Tem certeza??
LT: Confio em você
AL: Então lá vamos nos - continuamos o caminho ate o castelo de damas...
#AliceM.
Considerações: o primeiro capitulo ficou bem grande, mas se eu parasse ia ficar sem sentido, espero que continuem lendo, amo vcs s2!!!

Warrior Capítulo #4

  Fiquei totalmente apaixonada por ele e, sinceramente, fechei a porta na cara dele, e me disse "Meu nome é Dunstan".
  Foi amor a primeira vista, me encostei na porta e sentei no chão, pensando no Dunstan. Uma vontade enorme de ligar para minha mãe veio em minha cabeça, mas soube, que pelo que fiz seria errado. Senti uma grande falta de mamãe, fiquei chorando sozinha com a Lila.
  No dia seguinte desci para o bar para tomar café, perguntei pelo Dunstan, e seu pai - o dono do bar - me disse que ele estava no hospital, e que estava muito doente, com risco de vida. 
  Depois que eu tomei o café da manhã, subi para o meu quarto e fiquei pensando no Dunstan. Fiquei triste, pois tinha várias razões para me entristecer e me chatear, mas o pior era não estar do lado de minha mãe.
  Decidi voltar de para Washington, só por um dia, para visitar secretamente a minha mãe. Quando cheguei em Washington, a porta da minha casa estava trancada, dizendo que estava interditada. Fui até o bar onde meu pai ficava, e descobri que ele tinha sido preso!
  
  

Warrior Capítulo #3

  Fui embora, não acho que devo pagar pelo erro dos outros, e disse para mim mesma: "nunca mais voltarei"!
  Decidi ir para Indianápolis, não tinha REALMENTE um lugar para ficar, então decidi ficar em um 'hotelzinho' de beira de estrada. Saiba que: 1) ficar em um ônibus durante horas 2) ficar num hotel que reside em cima de um bar cheio de caminhoneiros nojentos e 3) não ter nenhuma companhia, não é nada fácil.
  Comprei um cachorrinho fêmea e chamei-o de Lila, era um poodle branco de pelos lisos, uma ótima companhia. De repente bateram em minha porta, fiquei com medo, podia ser um assassino ou um estuprador, mas abri mesmo assim, era um menino de cabelos curtos e castanhos:
 -Olá, Lalla!- ele disse - Como está?
 -Bem... mas... Como sabe meu nome?
 -Trabalho aqui no hotel.
  Fiquei totalmente apaixonada por ele e, sinceramente, fechei a porta na cara dele, e me disse "meu nome é Dunstan".

Warrior Capítulo #2

  No acidente ninguém se feriu gravemente, nada passou de arranhões e marcas roxas, mas houve um porém, meu pai ficou tão chocado, que começou a beber.
  Depois de todos esses acontecimentos, começaram a acontecer episódios que me desagradavam muito. Meu pai ficava o dia inteiro no bar e minha mãe tinha que se virar e cuidar de mim sozinha, e quando começava a anoitecer, ele chegava em casa e batia na minha mãe, e eu ia me esconder. Eu me sentia muito culpada por minha mãe ter que pagar pelos erros de meu pai sozinha, enquanto eu saía na melhor.
  Isso aconteceu frequentemente, e quando papai chegava, mamãe mandava eu ir me esconder dentro da cristaleira. Mas houve um dia em que meu pai me ouviu chorando, e conseguiu me achar, e me bateu também, depois disso conversei com mamãe e disse que eu iria sair de casa, nesse momento tinha dezesseis anos, tinham se passado dois anos e nada para acabar com essa coisa!
  Fui embora, não acho que devo pagar pelo erro dos outros, e disse para mim mesma: "nunca mais voltarei"!