sexta-feira, 30 de maio de 2014

Warrior Capítulo #6

  Chegando na Flórida, fui na polícia local e me identifiquei, procurei pela residência da minha avó, e fui de táxi pra lá, consegui ver minha avó, e toquei a campainha. Perguntei por minha mãe ela disse que não a tinha visto desde que visitamos ela quando tinha 13 anos, e fiquei surpresa! E pensei que estava na hora de saber o que estava acontecendo.
  Voltei para Indiana pegar minhas coisas no hotel e pagar a estadia. Subi para o meu quarto e arrumei minhas malas. Desci e paguei o que tinha que pagar e perguntei como estava o Dunstan, seu pai me disse que ele tinha morrido! Comecei a chorar, o pai do Dunstan me deu umas chaves, e disse que eram do carro do Dunstan, e que ele tinha deixado pra mim. Me deu também um papel, que estava escrito o seguinte:
   "Lalla, 
    Tenho muitas coisas para lhe contar e revelar, mas tenha paciência, você correrá atrás de todas as respostas que você procura. Você não tem a mínima ideia de nada, ou do que está acontecendo. Me orgulho de você, pois sei que irá conseguir descobrir o que quer, o que está acontecendo com você no momento.
                                                                                   Um beijo, Dunstan."
    Fiquei realmente surpresa pelo que ele me disse, dei adeus e meus pêsames ao pai do Dunstan. Entrei no carro e fui para Washington. Chegando lá, estacionei o carro e fui ver o "porta treco" do carro. Lá, tinha um pequeno papel que dizia para eu ir em uma praia, ou um lago e jogar o carro na água. 
    Com o carro submerso, uma tinta começou a brilhar, dizendo um endereço. Peguei o ônibus e fui, o enderço dava na minha casa antiga. Reparei que do lado das chaves do carro havia uma chave idêntica a chave que eu tinha para abrir a porta de casa. 
    Abri a porta pesada e branca, a casa toda escura, com uma marca de algum líquido, ou coisa do tipo. Os rastros davam no porão, e eu, assustada, desci mesmo assim. Vi um vulto passando pela minha frente, parado, era fedido e feio, com o cabelo horrendo, mal tratado e com uma roupa branca. Quando uma pequena luz surgiu no rosto daquela criatura, e eu disse: 
    -Mãe!?

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